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HAMILTON DE HOLANDA

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HAMILTON DE HOLANDA QUINTETO

Premiado “Quintetão” se reencontra para comemorar 10 anos desde o lançamento do primeiro disco.

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Hamilton de Holanda Quinteto é formado porexpoentes da música instrumental brasileira que conquistaram respeito e fama internacional: Hamilton de Holanda (bandolim 10 cordas), Gabriel Grossi (harmônica), Marcio Bahia (bateria), Daniel Santiago (violão) e André Vasconcellos  (contrabaixo). Juntos lançaram nesses 10 anos a trilogia Brasilianos 1, 2 e 3, em 2006 / 2008 / 2011 respectivamente.

O então jovem quintetoBrasilianos tinha como combustível amizade, excelência, amor e respeito pela música. Viajaram o mundo trilhando rotas de um caminho aberto por outros mestres: Villa Lobos, Pixinguinha, Tom Jobim, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, entre outros. Aqui no Brasil, conquistaram fãs entre os jovens e estudantes de música e deles ganharam o apelido de QUINTETÃO.

Participaram dos principais festivais do planeta, representando a música instrumental brasileira por diversos recantos, como Macedônia, Eslovênia, França, Uruguai, Argentina, EUA, Itália, Canadá, Venezuela, Colômbia, Noruega, Inglaterra, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Guiana Francesa, Uruguai, Espanha, Portugal, Suíça, Holanda, Malásia, entre outros. Nestes festivais, grandes nomes do Jazz mundial se impressionavam pelo nível de dificuldade das harmonias e composições e pela sincronicidade em que tocavam. Esse esmero os consagrou como o melhor grupo e Hamilton de Holanda o melhor performer nos prêmios TIM, Prêmio da Música Brasileira, Revista Jazz+, entre outros importante veículos especializados e todos indicados ao Grammy Latin em diversas categorias.

Me lembro, em Las Vegas, nos dois primeiros anos em que o Quinteto foi indicado que, ao entrarmos na cerimônia, o nosso disco estava sendo tocado na integra.”, conta Hamilton de Holanda

 

 

Cada um dos integrantes guarda surpresas. O canhoto baterista Marcio Bahia, por exemplo, toca eximiamente como destro e aliado a forma de tocar que aparenta ausência de esforço, enlouquecia os grandes nomes da bateria mundial e os trazia à coxia dos teatros para assisti-lo. A plateia vinha abaixo em seus solos, especialmente, usando uma cadeira. Marcio Bahia merece um capitulo no livro da bateria Brasileira.

Gabriel Grossi carregava, onde fosse, sua inseparável harmônica e dela emitia uma metralhadora de notas. Um belo dia, o principal gaitista do mundo Toots Thieleman ligou para sua casa para dizer como tinha gostado do disco do brasiliense e que, para ele, Gabriel era um dos melhores do mundo. No começo achou que era trote, passado alguns segundos viu que era pura verdade.

Daniel Santiago é violonista e compositor de mão cheia. Seu genial violão de centro poderia ser comparado no futebol ao armador lançando os atacantes do meio de campo rumo ao gol. Compôs junto a Hamilton a “Sinfonia Monumental”, projeto do Quinteto com Orquestra em homenagem aos 50 anos da capital Brasília.

André Vasconcellosé o contrabaixista da formação original e desde garoto já tocava com os grandes artistas da MPB. Ainda adolescente, mudou-se de Brasília para o Rio de Janeiro pra tocar na turnê AO VIVO da banda de Djavan e hoje é referência na escola do contrabaixo brasileiro. Aqui nesta celebração especial, ele será representado pelo contrabaixista Guto Wirtti, que também já viajou com o quinteto. Carismático, Guto por sua vez traz os acentos do sul do Brasil e também é um dos seletos baixistas acústicos Brasileiros.

Músicas contam estórias que não precisam de palavras. Quando as composições são feitas, o cenário e as emoções dão a inspiração. Em outras ocasiões, melodias, ritmos e harmonias unem-se pelo simples motivo de se transformarem em uma nova música, como amigos que se encontram. Assim é conosco quando nos encontramos, as coisas clicam como numa continuação onde tudo pode servir de inspiração e parece que o último desses grandes encontros foi ontem.” Hamilton de Holanda.

A trilogia Brasilianos é uma fotografia musical do momento presente vivido. Brasilianos 1 tinha feijões pretos na capa como uma referência ao que alimenta diariamente o povo brasileiro, e era a mistura de uma concepção madura e a pretensão jovial de achar que se pode influenciar na mudança do caminho das coisas, da possibilidade de se deixar um marco artístico. O conceito é inspirado na antropofagia da Semana de Arte Moderna de 22. No encarte criaram o MANIFESTO BRASILIANOS que dizia assim:

Um manifesto musical para mostrar que muito do que acontece feito por gente daqui, não chega aqui. Que muito do que acontece alimentado por alimento daqui, não alimenta o povo daqui. Que muito do que acontece colorido por cores e sementes daqui, não brota aqui e mesmo assim contra todas as possibilidades o artista daqui produz, recicla, reinventa e improvisa uma saída germinando arte genuína brasileira surpreendendo o povo de lá que, encantado a consome mais…”.

Brasilianos 2 trazia na capa um tamanduá, uma referência da nossa fauna. O disco é musicalmente a materialização da vontade de continuar a fazer mais do mesmo, de perdurar a sensação de estar vivo, pelo mundo, fazendo o que mais se gosta e ainda poder representar um Brasil moderno, altivo e criativo. Percebia-se pela reação da plateia que uma juventude gostava e se identificava com o que faziam. 

Brasilianos 3 é o disco mais completo e tem na capa uma foto em salvador, representando o sincretismo religioso afro-brasileiro. É a percepção de que existem coisas que realmente podemos mudar, mas, assim como na natureza, há também outras que não – a mestria está em diferencia-las. Traz um amadurecimento visto desde a forma de como foi gravado (indicado a melhor engenharia de áudio no Latin Grammyaté o encontro da criatividade e a densidade das composições. Conta com presença especialíssima de Milton Nascimento, uma referência para todos do grupo, na homenagem que fizeram aos painéis de Cândido Portinari – Guerra e Paz.

 "A música pode ser sofisticada e acessível ao mesmo tempo. Pra isso ela precisa guardar em sua essência a simplicidade. Ela precisa ser simples como um abraço", resume Hamilton de Holanda

A nomenclatura e conceito BRASILIANOS foi concebido por Hamilton junto ao seu sócio e parceiro criativo Marcos Portinari. É também o nome da gravadora independente e da empresa artística que gerencia a carreira do artista. A Brasilianos é o canal de lançamento dos discos de Hamilton, seja produtos independentes ou em parceria com gravadoras como Biscoito Fino, Deck Disc, Universal, MPS (Alemanha), entre outras. E em abril, lança Samba de Chico, disco em homenagem ao centenário do gênero, que reúne sambas de Chico Buarque.

 

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